A revista Empire publicou em seu site as 36 aparições de Alfred Hitchcock em seus filmes.
Janela Indiscreta
Disque M para Matar
Psicose
Intriga Internacional
Um Corpo que Cai
As breves aparições do diretor tornaram-se essenciais em seus trabalhos e, geralmente, aconteciam no começo de seus filmes para não distrair o público do enredo principal.
Pediram para James Franco destruir um quarto. Ele concordou. O motivo? Um filme que acompanha a publicação Wholpin, uma revista que traz uma seleção de projetos raros e curtas em DVD.
The Room Before and After: James Franco
A versão completa do vídeo, com 32 minutos de pura demolição non stop, está no DVD que acompanha a publicação.
Da esquerda para a direita temos: Mélanie Laurent, Christopher Waltz, Omar Doom, Daniel Brühl, o diretor Quentin Tarantino, Eli Roth, Diane Kruger e Brad Pitt.
No entanto, a bola da vez é a divulgação de Onde Vivem os Monstros (Where the Wild Things Are), adaptação do livro de Maurice Sendak dirigida por Spike Jonze (Quero Ser John Malkovich).
“Children wake up, hold your mistake up
before they turn the summer into dust”
Trailer de Where the Wild Things Are
A história: Max é colocado de castigo e cria um mundo imaginário, habitado por animais selvagens e monstros exóticos, onde ele é rei. É tudo tão criativo, fantasioso e caprichado que 16 de outubro – data que o filme chega aos cinemas brasileiros – vai demorar uma eternidade para chegar.
▪ Melhor Ator Coadjuvante: Heath Ledger (Batman – O Cavaleiro das Trevas)
▪ Melhor Atriz Coadjuvante: Penélope Cruz (Vicky Cristina Barcelona)
▪ Melhor Roteiro Original: Milk – A Voz da Igualdade
▪ Melhor Roteiro Adaptado: Quem Quer Ser Um Milionário?
▪ Melhor Montagem: Quem Quer Ser Um Milionário?
▪ Melhor Fotografia: Quem Quer Ser Um Milionário?
▪ Melhor Maquiagem: O Curioso Caso de Benjamin Button
▪ Efeitos Visuais: O Curioso Caso de Benjamin Button
▪ Melhor Trilha Sonora: Quem Quer Ser Um Milionário?
▪ Melhor Canção: “Jai Ho” (Quem Quer Ser Um Milionário?)
▪ Melhor Edição de Som: Batman – O Cavaleiro das Trevas
▪ Melhor Mixagem de Som: Batman – O Cavaleiro das Trevas – Quem Quer Ser Um Milionário?
PS: Venho arrumar as apostas… quando eu tiver uma folga do Carnaval.
PS2: Não acredito na lista divulgada com os vencedores.
PS3: Apesar de gostar do Mickey Rourke em O Lutador, seria mais justo dar a estatueta a Sean Penn pela construção de personagem.
Em O Casamento de Rachel, a atriz Anne Hathaway tem a oportunidade de se livrar de personagens ordinários e entregar uma das melhores performances do ano como a problemática Kym. Na história, a garota sai da reabilitação para participar dos preparativos do casamento de sua irmã Rachel (interpretada apropriadamente por Rosemarie DeWitt) e reviver um passado que a condena.
O filme é uma panela de pressão aquecida por emoções familiares, um contraste de alegrias comuns e tristezas silenciadas, prestes a explodir a qualquer minuto de projeção. A maneira que seus personagens se machucam verbalmente é de uma crueldade tão intensa que impossibilita o seu espectador a escolher o que e quem está certo ou errado em seus discursos.
O filme apresenta pequenos deslizes, como o foco desnecessário em tomadas arrastadas da festa, mas que não atrapalham o seu desempenho como um todo. São as atuações e o roteiro revelador do longa que transformam O Casamento de Rachel numa peça familiar tão comum e complexa diante de nossos olhos.
Curiosidade: o personagem Sidney é interpretado por Tunde Adebimpe, vocalista da banda TV on the Radio.
O Casamento de Rachel (Rachel Getting Married, EUA, 2007)
Direção: Jonathan Demme
Com: Anne Hathaway, Rosemarie DeWitt, Mather Zickel, Bill Irwin, Debra Winger, Tunde Adebimpe. 112 min.
O New York Times publicou uma galeria de imagens (intitulada great performances) com atores que conquistaram a crítica e o público com suas performances na tela grande. As imagens de Paolo Pellegrin captam a intimidade de artistas como:
Kate Winslet arrumando-se para o Globo de Ouro.
Brad Pitt num café em Berlim.
Penélope Cruz com o coreógrafo John DeLucca.
Mickey Rourke com Loki, seu cachorro.
Sean Penn preparando um hamburger.
Robert Downey Jr. em seu trailer durante as filmagens de Sherlock Holmes.
Frank Langella em Nova Iorque.
Nicole Kidman (de Moulin Rouge), Cate Blanchett (de Elizabeth), Russell Crowe (de Gladiador) e Geoffrey Rush (de Shine – Brilhante) ganharam uma homenagem do governo da Austrália. Os atores estampam os selos de 55 cent em seu país de origem durante o mês de fevereiro.
Bem safada, Cate Blanchett disse: “mal posso esperar para ser lambida por milhões de australianos”.
Em Foi Apenas Um Sonho, o diretor Sam Mendes (de Beleza Americana) volta a trabalhar com o seu olhar único do subúrbio, tendo como base a obra de Richard Yates. O reencontro do casal de Titanic, Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, traz os atores em um patamar além da atuação de doze anos atrás – sem necessidade de comparações.
Aqui, formam um jovem casal que adia projetos pessoais para juntos formarem uma família. Com o passar dos anos, os sonhos e ideais almejados sofrem com o rumo de suas vidas. Com o cotidiano transformando-se em inimigo e o amor em incerteza, Mendes toma posto para ferir seu espectador.
Os diálogos e troca de farpas entre os protagonistas são de uma potência incômoda e cruéis. Enquanto que a trilha sonora de Thomas Newman é um coadjuvante necessário, dando ar melancólico e de esperança com seus arranjos guiados por simples e repetidas notas ao piano.
O grande trunfo do filme é a possibilidade de identificação e reflexão de seu espectador. Digo isso, pois esse não era o típico filme para eu assistir. Pelo menos não agora.
Foi Apenas Um Sonho (Revolutionary Road, EUA, 2008)
Direção: Sam Mendes
Com: Kate Winslet, Leonardo DiCaprio, Kathy Bates, Michael Shannon, David Harbour. 119 min.
O talentoso Joseph Gordon-Levitt e a carismática, cara metade do She & Him, Zooey Deschanel são bons motivos para assistir 500 Days of Summer.
A história: quando Tom, um romântico escritor de cartões comemorativos, fica sem rumo depois de levar um fora da namorada Summer, ele pensa em vários momentos dos 500 dias que passaram juntos para tentar entender o que deu errado na relação.
“Essa não é uma história de amor. É uma história sobre o amor.”
Trailer de 500 Days of Summer
Tem cara do cinema de Richard Linklater (Antes do Amanhecer) com uma pitada de Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças, mas em seu formato independente. O filme teve sua primeira exibição ontem (19) em Sundance e já é um dos mais aguardados por mim.
Em seus últimos filmes, Clint Eastwood – o diretor – trabalhou com temas de cunho histórico para seduzir seus espectadores. Depois de apresentar seu olhar sobre a Segunda Guerra Mundial, em A Conquista da Honra e Cartas de Iwo Jima – utiliza a Los Angeles da década de 20 como pano de fundo neste drama.
Baseado em caso real, A Troca traz a história de Christine Collins (Angelina Jolie), uma mãe solteira em busca de seu filho desaparecido. Num plano arquitetado pela polícia corrupta de Los Angeles em busca de prestígio, o detetive local convence um garoto a se passar por Walter Collins. Logo, a mãe alega que aquele não é seu filho e é apontada como psicologicamente alterada após a volta do garoto.
Se Angelina entrega-se ao papel de forma sublime, contrastando inquietude e repressão, cabe a Eastwood driblar os clichês com sua direção segura e bem arquitetada num roteiro com excessos de justificativas e delongas. Ainda dá para destacar o excelente elenco de apoio – que inclui os competentes John Malkovich, Amy Ryan e Jeffrey Donovan -, a reconstituição de época caprichada e a trilha sonora, assinada pelo próprio diretor.
No entanto, se alguém merece ser aplaudido de pé, levantem-se para o esforço e talento de Angelina Jolie.
A Troca (Changeling, EUA, 2008)
Direção: Clint Eastwood
Com: Angelina Jolie, John Malkovich, Jeffrey Donovan, Amy Ryan, Devon Conti, Colm Feore. 141 min.
Ontem no Globo de Ouro, me emocionei com as duas vitórias de Kate Winslet – melhor atriz e melhor atriz coadjuvante. Porém, mesmo não sendo favorita para nenhum dos dois prêmios, a atriz conseguiu dar um discurso sincero e emocionante. E deixou Anne – confiante com a vitória – Heathway sem ação.
Kate Winslet leva o Globo de Ouro de Melhor Atriz Drama
Que venha o merecido Oscar de Kate. Alguém duvida que ela é a próxima Meryl Streep?
“Eu, Kinho e todos que conhecemos” é quando eu e meu amigo carioca – Kinho – apostamos nos possíveis ganhadores do Globo de Ouro. Para manter a tradição, mais uma vez estamos apostando – cada um em seu site – nos possíveis vencedores da premiação. Então, seguem as minhas apostas:
▪ Melhor Série – Drama: In Treatment – Mad Men
▪ Melhor Série – Comédia: 30 Rock
▪ Melhor Ator em Série – Drama: Michael C. Hall (Dexter) – Gabriel Byrne (In Treatment)
▪ Melhor Atriz em Série – Drama: Anna Paquin (True Blood)
▪ Melhor Ator em Série – Comédia: Alec Baldwin (30 Rock)
▪ Melhor Atriz em Série – Comédia: Christina Applegate (Samantha Who?) – Tina Fey (30 Rock)
▪ Melhor Ator Coadjuvante: Tom Wilkinson (John Adams)
▪ Melhor Atriz Coadjuvante: Dianne Wiest (In Treatment) – Laura Dern (Recount)
Os vencedores serão anunciados hoje e mais tarde venho riscar o que errei – procurei não ser tão óbvio em algumas categorias.